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O que inovação digital e sustentabilidade têm a ver com o futuro da sua empresa?

Por: Fábio Linhares




Que nos últimos anos a tecnologia tem desempenhado um papel fundamental na transformação dos negócios e na criação de oportunidades para empresas de todos os setores você já sabe. Todo mundo sabe. É notícia velha. Talvez o que você não sabe é que rápida evolução de muitas tecnologias tem permitido desde a simples melhoria da eficiência operacional e da experiência do cliente até a expansão generalizada negócios. Quem nunca comprou algo que não precisava, geralmente da Ásia, só para ver se prestava, se chegaria no prazo, etc. E não estamos falando apenas do mercado de componentes eletrônicos (aliás, neste caso nossa experiência não tem sido muito boa), mas, inclusive, do mercado de roupas e acessórios, por exemplo. Parece que a cada dia surgem mais e mais influencers no Youtube dando dicas do que e como comprar geralmente o que não queríamos e não precisávamos antes de assisti-los?

É cada vez mais evidente que a transformação digital se tornou uma necessidade para as empresas se manterem competitivas no mercado atual. Não precisa ser gênio para constatar isso. Sendo bem direto, não há espaço para dúvidas: a inovação é crucial para o sucesso e, principalmente, para a sobrevivência das empresas. Nesta perspectiva, é importante estar atento às tecnologias emergentes com potencial de transformar modelos de negócios para atender demandas do mercado em constante mudança.

Os tempos mudam. Sim, sabemos. O que era válido ontem pode não ser mais, hoje. Mais uma verdade que não precisava ser dita. Será? Se no passado as mudanças eram mais lentas e gradativas, na atual era da velocidade da luz as mudanças ocorrem exatamente nessa velocidade. Quem lembra de como era a vida antes do surgimento dos cartões de crédito? Por quantos anos utilizamos tais tecnologias e há quanto tempo utilizamos o PIX para quase tudo? Papel moeda, mesada eletrônica, conta digital, banco digital, Real Digital agora. O que mais teremos amanhã, vida digital? Quem diria, olhando 20 anos para trás, que iríamos trabalhar, comprar e pagar contas sem sair de casa e isso se tornaria nossa rotina?

Saber disso não te faz perguntar: será que estamos preparados para o futuro? Será que as empresas estão? Onde inovar? O que e como fazer? Será que se olharmos um pouquinho mais para trás, para as empresas de TI que deram certo nos anos 1980, 2000 e 2020 conseguimos algumas respostas? Afinal, algumas delas ainda estão em forte crescimento até hoje, embora diferentes em termos de contexto tecnológico, estratégias e modelos de negócio.

Observando a história das Big Techs mais famosas podemos aprender diversas lições: uma das principais, da Microsoft dos anos 1980, é a importância de uma estratégia de plataforma. Ao criar o Windows como plataforma para os desenvolvedores de software, a Microsoft atraiu uma grande base de usuários e impulsionou seu crescimento. A Apple demonstrou a importância da inovação e do design criando produtos diferenciados e com usabilidade intuitiva.

Com a Google aprendemos a importância de uma abordagem focada no cliente. Entender suas necessidades e criar soluções que as atendam impulsionou o seu crescimento. A Amazon ensina a importância de uma estratégia de longo prazo e de investimentos contínuos em tecnologia e infraestrutura. Foi investindo fortemente durante anos que ela criou a plataforma escalável e confiável que se tornou a base para seu sucesso.

Com a Tesla aprendemos a importância da inovação disruptiva. A criação de novas soluções para veículos elétricos, armazenamento de energia e energia solar transformaram a indústria automotiva e de energia, enquanto a Zoom, isso mesmo, aquela das vídeo conferências criou uma solução de fácil utilização que se tornou muito popular durante a pandemia, aprendemos a importância da simplicidade e da acessibilidade.

Mas nem só de vitórias vive o homem. Aliás, há quem diga que aprendemos mais com os fracassos que com os sucessos e a inovação parece ser tanto a chave do sucesso daquelas empresas, quanto o inverso, ou seja, a falta de inovação, foi o catalizador da queda de empresas gigantes. Não parece haver meio termo. Quem inovou persistiu, quem não, sucumbiu. Não é bem assim, mas é a ideia geral. Nem sempre estamos prontos e, às vezes, sequer temos tempo de nos preparamos para as novidades do mercado.

Adaptar-se às mudanças do mercado e criar uma cultura de sustentabilidade se não é, com certeza deveria ser uma meta. Não deixar de inovar poderia ser um mantra, já que as empresas que não o fazem e não acompanham a evolução da tecnologia e das necessidades dos consumidores muitas vezes perdem relevância e mercado. Um exemplo disso é a Nokia, que era uma das maiores empresas de telefonia móvel do mundo, mas falhou em acompanhar a inovação da Apple e do Android e perdeu sua posição de liderança no mercado e acabou vendendo sua divisão de telefonia móvel para a Microsoft.

A Kodak era uma das principais empresas de fotografia do mundo, mas que não conseguiu acompanhar a transição para a fotografia digital e, por não investir e/ou não apoiar suficientemente a nova tecnologia acabou perdendo mercado para empresas como a Canon e a Sony. A Yahoo, que era uma das principais empresas de tecnologia da Internet, falhou em inovar e não acompanhar a evolução das redes sociais e das pesquisas na internet e acabou perdendo mercado para empresas como o Google e o Facebook. A BlackBerry, que era uma das principais empresas de smartphones do mundo, falhou em inovar e acompanhar a evolução dos sistemas operacionais e aplicativos e perdeu mercado para a Apple e a Samsung.

A IBM, que já foi uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, falhou em acompanhar a evolução da computação pessoal e da internet e acabou se tornando referência em serviços empresariais e mainframes, perdendo mercado para empresas como a Microsoft e a Google. Tudo bem, o exemplo da IBM pode não ser o mais feliz, mas nem por isso deixa de ser válido. Mas que lições todas essas experiências nos ensinam? Talvez a maior delas é que tamanho não é documento. Brincadeira. Grandes empresas também quebram. Sabemos disso. Olha a história das Americanas aí. Mas isso não vem ao caso. A IBM, a Xerox e a Kodak foram pioneiras em inovações que transformaram o mundo, mas cometeram o grande, o gigantesco equívoco de parar de inovar. Talvez seja esta a verdadeira grande lição: inovar é um processo contínuo e necessário para se manter relevante e competitivo no mercado.

Porém, inovar não é tudo, não se engane. Já dissemos isso outras vezes, mas parece que vale a pena repetir: “Não existe bala de prata”. Não estamos falando de joias, se é que você me entende. Não é só inovar e pronto. Resolvido, vida longa às empresas que inovam. Não. É preciso constantemente criar tecnologias para nos mantermos à frente da concorrência? Sim, mas não somente. Também é preciso ter foco no cliente, ouvir e atender suas necessidades e criar produtos e serviços que realmente agreguem valor.

É importante atrair e reter os melhores talentos, criar oportunidades de desenvolvimento profissional em um ambiente de trabalho positivo e etc. É muita coisa. Sim, é. Mas sabe aqueles cofres que precisam de duas chaves para serem abertos? Alegoricamente, a inovação é uma das chaves, o capital humano é a outra chave. São as pessoas que projetam, desenvolvem, implementam e mantêm as soluções tecnológicas em funcionamento. As empresas que investem em seu capital humano, aprimorando suas habilidades e conhecimentos, têm mais chances de implementar com sucesso novas tecnologias e adaptar-se às mudanças do mercado. Traduzindo: é preciso investir no humano para sobreviver no mercado global.

A inovação tecnológica requer, quase sempre, criatividade e colaboração, e uma equipe de funcionários altamente capacitados e diversificados pode trazer diferentes perspectivas e ideias inovadoras para o processo de inovação. Empresas que valorizam a diversidade e a inclusão podem aproveitar todo o poder da criatividade coletiva para criar soluções tecnológicas que atendam às necessidades de um público cada vez mais amplo, diverso e exigente. É tal cultura organizacional? Mais ou menos isso. Empresas que promovem um ambiente de trabalho criativo e colaborativo, que incentivam a experimentação e o aprendizado, têm mais chances de criar soluções tecnológicas que impulsionem o sucesso de seus negócios.

Ter uma visão ampla do mercado e diversificar para minimizar o risco não é nada mal também. Ter uma visão além do lucro e assumir um papel ativo para melhorar a sociedade e o meio ambiente é a cereja do bolo. Mas, afinal, por que? Por que sustentabilidade é tão importante? O primeiro motivo, cremos, seja o mais óbvio: a preservação do meio ambiente. Nós dependemos dele para sobreviver, e é nossa responsabilidade cuidá-lo para garantir que as futuras gerações tenham um mundo habitável. E tem mais, quem gosta de fazer negócios com uma empresa que pode a qualquer momento ser envolvida em escândalos relacionados ao meio ambiente? Com toda essa onda de cancelamentos que vemos por aí, arriscar pode significar redução de vendas e valor da marca, para dizer o mínimo.

É isso, momento educativo: a sustentabilidade busca garantir que os recursos naturais sejam utilizados de forma consciente e controlada para que possam ser renovados e preservados para o futuro. E as empresas com isso? Quer dizer, recém falávamos sobre inovação, qual o link com sustentabilidade? Aí que está o x da questão, como falamos, é papel das empresas e da sociedade como um todo garantir que suas ações não prejudiquem o meio ambiente e as comunidades locais. Por isso, cada vez mais, além da necessidade de atuar de forma ética, as empresas precisam considerar os impactos de suas ações no meio ambiente e na sociedade. Em outras palavras, não é só inovar, inventar, e o planeta que se exploda. Literalmente até. Lembra do CFC? Quem poderia dizer que quem inventou aqueles sistemas de refrigeração não inovaram para a época?

E tem a questão do desenvolvimento econômico sustentável. Já ouviram falar? Com certeza sim. Tem muitas empresas e governos que estão investindo pesado em tecnologias sustentáveis e práticas de negócios que garantam um futuro melhor para todos. Não nos parece mal negócio investir em uma área em franco crescimento global. Soluções ecológicas inovadoras, fazer mais com menos, poluir menos, salvar mais, etc. Além de todo o lado pedagógico de tudo isso, do ponto de vista do business parece cada vez mais atrativo pensar nesse tipo de inovação. Fica a dica.

Para encerrar, não restam dúvidas que a sustentabilidade é crucial para garantir a preservação do meio ambiente, a responsabilidade social e o desenvolvimento econômico, assim como também não nos restam dúvidas que a transformação digital é importante para as empresas, inclusive as de TI. E não desconsideremos, ao falar de inovação, que isso pode nos conduzir para a questão do Big Data, que será melhor explorada no futuro, a partir do qual permitimos aos gestores tomar decisões mais informadas e precisas.

Legal né? São tantas coisas. Aprender a perguntar poderá vir a ser mais importante do que responder, pois perguntas bem formuladas poderão levar a descobertas significativas. A busca por soluções sustentáveis muitas vezes exige o desenvolvimento dessas tecnologias e práticas de negócios. Perguntar, explorar, experimentar. As empresas que não considerarem a sustentabilidade ambiental e social neste processo podem enfrentar consequências negativas.

Em contrapartida, as empresas que impulsionam a inovação com responsabilidade desbloqueiam diversos benefícios. Cada vez mais os consumidores estão buscando produtos e serviços que sejam sustentáveis e que tenham um impacto positivo no meio ambiente. Além do mais, a criação de soluções mais eficientes e econômicas, em termos de recursos naturais e de energia, leva à reduções significativas de custos, aumentam a produtividade e a qualidade dos produtos e serviços e ajudam atrair e reter talentos engajados e motivados a reduzir o impacto ambiental, evitando, inclusive, penalidades e multas.

Um dos carros chefes do processo de inovação são as tecnologias em nuvem (cloud), que permitem às empresas acessarem recursos de computação, armazenamento e rede de forma mais flexível, escalável e eficiente, sem a necessidade de investimentos em infraestrutura física local. Ao migrar suas cargas de trabalho (workloads) para a nuvem as empresas obtêm, no mínimo, maior flexibilidade, escalabilidade e eficiência.

Ao desenvolverem aplicativos nativos para nuvem as empresas ganham escalabilidade, elasticidade e redundância. Ao integrarem seus sistemas muitas empresas acabam obtendo agilidade, eficiência e visibilidade. E ainda tem a tal da inteligência artificial e o aprendizado de máquina, tão falados nos últimos tempos. Ao adotá-los, as empresas podem obter insights mais precisos tanto sobre os processos quanto sobre o próprio negócio. Mistura tudo isso com Big Data e o céu já não será mais o limite.

Por fim, a chave para o sucesso das empresas de TI é inovar sempre, adaptar-se às mudanças do mercado e criar uma cultura de sustentabilidade. As lições aprendidas com as empresas que tiveram sucesso e aquelas que falharam podem orientar nossas estratégias de negócios, mas não esqueça do capital humano, que é a chave, mas também o componente crítico para isso. Não por outra razão, cada vez mais as empresas investem em seus funcionários, promovem a diversidade e a inclusão, incentivam a colaboração e criam um ambiente de experimentação constante.

Ninguém disse que seria fácil. Inovar pode ser realmente desafiador e muitas vezes requer ajuda e suporte de especialistas para garantir que seja bem-sucedida. A First Decision é uma empresa que pode ajudar com isso e existem várias razões que nos corroboram:

  • Experiência e conhecimento: possuímos uma equipe altamente qualificada e experiente, com conhecimentos em diversas áreas, incluindo estratégia, tecnologia, marketing, finanças e inovação e toda essa experiência nos ajuda a identificar oportunidades de inovação, definir estratégias eficazes e garantir que a inovação seja implementada com sucesso.

  • Abordagem personalizada: como cada empresa é única e enfrenta desafios específicos, adotamos abordagens personalizadas para atender suas necessidades e trabalhamos em estreita colaboração, não somente para entender e alcançar seus objetivos, mas também para desenvolver soluções sob medida.

  • Somos focados no cliente do início ao fim e ajudamos os ajudamos a definir e alcançar resultados concretos e tangíveis, monitoramos constantemente a evolução das etapas em direção aos objetivos e com isso garantimos que a inovação seja implementada com sucesso e gere resultados reais.

  • Temos uma ampla rede de parceiros e especialistas em diversas áreas, o que significa uma gama de talentos focados para resolver problemas específicos dos nossos clientes, e isso permite que forneçamos soluções abrangentes e eficazes para uma ampla gama de desafios de inovação.

Não precisa pensar mais. É isso, somos a melhor opção para ajudar sua empresa a inovar. Conte conosco. Acesse nosso site e saiba mais.

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